segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Fim Dos Tempos....


Carl está no telefone com o seu chefe, sua esposa, Susan, está preparando a mesa para o jantar, Cathy, de quinze anos, ainda está assistindo o seu programa de TV favorito, e o bebê Johnny está dormindo em seu berço. É exatamente assim que Cathy se lembra deles quando em uma fração de segundos a sua família desapareceu no ar.

Intrigada, e ao mesmo tempo desesperada, ela liga para o 190, mas para sua surpresa está ocupado! Aparentemente, a maior parte de seus vizinhos também está fazendo a mesma ligação! Ela corre para a rua, gritando o nome de sua mãe, mas ela se detem ao se deparar com outros gritando o nome de outras pessoas.

Ela apenas quer saber o que está acontecendo... então ela belisca o próprio braço só para saber se isto é apenas um sonho ruim, e não é. O programa de TV que Cathy estava assistindo é interrompido e um anúncio importante é dado pelos repórteres, os quais também parecem intrigados e despreparados para o que estão a ponto de anunciar: "ULTIMAS NOTICIAS – Milhares de pessoas em todo o mundo desapareceram nos últimos dez minutos. Autoridades ainda estão tentando determinar a possível razão para isto, enquanto fontes desconhecidas dizem que pode ter sido um ato de terrorismo. Nós os aconselhamos a permanecerem em suas residências – não tentem sair de casa, pois algo pior pode acontecer a qualquer momento."

Cathy começa a chorar em alta voz. Ela sente uma agonia enorme e uma forte sensação de desespero. Após alguns minutos, quando seu chôro parecia inútil e suas lágrimas haviam diminuido, ela começa a orar, implorando pela misericórdia de Deus, e de repente, ela se lembra da última vez em que orou.

Era uma quarta-feira à noite e o pastor falava sobre o fim dos tempos. Seus pais a tinham obrigado a ir naquele dia e ela não conseguia deixar de pensar em seu programa de TV favorito, o qual iria perder por causa daquele sermão chato sobre o Apocalipse! Ela se lembra de ter orado naquele momento, pedindo a Deus para apressar a reunião para que ela pudesse acompanhar a última parte do programa.

Agora, ela sente um forte sentimento de culpa e ódio. O pastor havia pregado sobre o que tinha acabado de acontecer com sua família, mas ao mesmo tempo ela não acreditava. Ela sempre achou que era nova demais para entregar a sua vida para Deus. Seus planos para a juventude ainda estavam por se cumprir e ela tinha a forte sensação de que "sempre haveria tempo para compromissos mais tarde na vida", uma atitude que a impediu de levar a sério a sua fé.

E você? O que está esperando? Ficar mais velha? Conseguir aquele emprego? Finalmente pagar as suas dívidas? Se casar? Terminar os seus estudos? Desfrutar a sua juventude primeiro? Se você não se decidir rapidamente, o dia em que finalmente você o fizer poderá ser tarde demais.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

MAIS CAPAZES!


O menino e a borboleta

Certo dia, uma criança estava a observar uma pequena abertura num casulo. Esteve a ver por muito tempo, percebendo que a pequena borboleta se esforçava, batendo as asas, para conseguir alargar o buraco e sair através da abertura. Ao fim de umas horas, não havia grandes progressos com as tentativas, pois a borboleta batia as asas contra as paredes do casulo e não parecia que alargasse suficientemente o buraco para passar.

Então, o menino decidiu ajudar – foi buscar uma tesoura e abriu o casulo cuidadosamente. A borboleta saiu, então, facilmente. Mas o seu corpo era pequeno e as asas não tinham a força necessária para a sustentar. Continuou a observar a borboleta, à espera que as asas se abrissem e esticassem, prontas para o voo. Nada aconteceu… na verdade, a borboleta passou o resto da vida aleijada, rastejando, com o corpo murcho e asas encolhidas – nunca seria capaz de voar.

O que a criança não compreendia, na sua gentileza e vontade de ajudar, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para sair dele, seria o modo de fortalecer as asas e de a tornar apta a voar. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos na nossa vida, para nos tornarmos mais fortes e MAIS
CAPAZES.