sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Você Crê?Eu Creio e Daí???

Ei! Você que está na Fé Da Fogueira Santa, E se entregar realmente a essa Fé e fazer como Abraão...Você vai fazer com que Deus Jure por Ele mesmo!
Pois há uma diferença entre oferta e sacrifício!
O aroma da oferta sobe até DEUS...Mas o SACRIFÍCIO Faz DEUS descer até você e te Abençoar!
Então...Mas muitos perguntam o por que de fazer O Sacrifício...Algo muito forte me foi ensinado...
Se a Sua Vida não convence que você precisa de uma Transformação EM UM MODO GERAL, e essa transformação O Único que pode fazer é DEUS...Então O único que pode dar o que tem que ser dado é você!
Abraão deu seu único filho e isso fez com que DEUS se sentisse na Obrigação de Abençoar Abraão!
Deus foi a mesma coisa...Pois DEUS deu Seu ÚNICO Filho! O Sr Jesus pela transformação das nossas vidas!!!
E não importa o que façamos....Nada se compara o que DEUS fez por NÓS!

CARO amigo(a) pense...
Não é DEUS QUE PRECISA DE VOCÊ MAS SIM VOCÊ QUEM PRECISA DE DEUS

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Fim Dos Tempos....


Carl está no telefone com o seu chefe, sua esposa, Susan, está preparando a mesa para o jantar, Cathy, de quinze anos, ainda está assistindo o seu programa de TV favorito, e o bebê Johnny está dormindo em seu berço. É exatamente assim que Cathy se lembra deles quando em uma fração de segundos a sua família desapareceu no ar.

Intrigada, e ao mesmo tempo desesperada, ela liga para o 190, mas para sua surpresa está ocupado! Aparentemente, a maior parte de seus vizinhos também está fazendo a mesma ligação! Ela corre para a rua, gritando o nome de sua mãe, mas ela se detem ao se deparar com outros gritando o nome de outras pessoas.

Ela apenas quer saber o que está acontecendo... então ela belisca o próprio braço só para saber se isto é apenas um sonho ruim, e não é. O programa de TV que Cathy estava assistindo é interrompido e um anúncio importante é dado pelos repórteres, os quais também parecem intrigados e despreparados para o que estão a ponto de anunciar: "ULTIMAS NOTICIAS – Milhares de pessoas em todo o mundo desapareceram nos últimos dez minutos. Autoridades ainda estão tentando determinar a possível razão para isto, enquanto fontes desconhecidas dizem que pode ter sido um ato de terrorismo. Nós os aconselhamos a permanecerem em suas residências – não tentem sair de casa, pois algo pior pode acontecer a qualquer momento."

Cathy começa a chorar em alta voz. Ela sente uma agonia enorme e uma forte sensação de desespero. Após alguns minutos, quando seu chôro parecia inútil e suas lágrimas haviam diminuido, ela começa a orar, implorando pela misericórdia de Deus, e de repente, ela se lembra da última vez em que orou.

Era uma quarta-feira à noite e o pastor falava sobre o fim dos tempos. Seus pais a tinham obrigado a ir naquele dia e ela não conseguia deixar de pensar em seu programa de TV favorito, o qual iria perder por causa daquele sermão chato sobre o Apocalipse! Ela se lembra de ter orado naquele momento, pedindo a Deus para apressar a reunião para que ela pudesse acompanhar a última parte do programa.

Agora, ela sente um forte sentimento de culpa e ódio. O pastor havia pregado sobre o que tinha acabado de acontecer com sua família, mas ao mesmo tempo ela não acreditava. Ela sempre achou que era nova demais para entregar a sua vida para Deus. Seus planos para a juventude ainda estavam por se cumprir e ela tinha a forte sensação de que "sempre haveria tempo para compromissos mais tarde na vida", uma atitude que a impediu de levar a sério a sua fé.

E você? O que está esperando? Ficar mais velha? Conseguir aquele emprego? Finalmente pagar as suas dívidas? Se casar? Terminar os seus estudos? Desfrutar a sua juventude primeiro? Se você não se decidir rapidamente, o dia em que finalmente você o fizer poderá ser tarde demais.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

MAIS CAPAZES!


O menino e a borboleta

Certo dia, uma criança estava a observar uma pequena abertura num casulo. Esteve a ver por muito tempo, percebendo que a pequena borboleta se esforçava, batendo as asas, para conseguir alargar o buraco e sair através da abertura. Ao fim de umas horas, não havia grandes progressos com as tentativas, pois a borboleta batia as asas contra as paredes do casulo e não parecia que alargasse suficientemente o buraco para passar.

Então, o menino decidiu ajudar – foi buscar uma tesoura e abriu o casulo cuidadosamente. A borboleta saiu, então, facilmente. Mas o seu corpo era pequeno e as asas não tinham a força necessária para a sustentar. Continuou a observar a borboleta, à espera que as asas se abrissem e esticassem, prontas para o voo. Nada aconteceu… na verdade, a borboleta passou o resto da vida aleijada, rastejando, com o corpo murcho e asas encolhidas – nunca seria capaz de voar.

O que a criança não compreendia, na sua gentileza e vontade de ajudar, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para sair dele, seria o modo de fortalecer as asas e de a tornar apta a voar. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos na nossa vida, para nos tornarmos mais fortes e MAIS
CAPAZES.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O que para uns é prejuízo para outros é uma OPORTUNIDADE!


Certa vez, uma indústria de calçados aqui no Brasil, desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia.

Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.

Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:

“Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos”.

Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu:

“Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos …ainda”.

Moral da História: a mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro.

Assim, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:

Os tristes acham que o vento geme; os alegres acham que ele canta.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Furo no Barco

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.

Enquanto pintava, percebeu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento, e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e o presenteou com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:

"O senhor já me pagou pela pintura do barco" - disse ele.

"Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco."

"Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!"

"Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, exa-minei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe agora o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação..

A cenoura, o ovo e o café


Uma rapariga queixou-se ao pai, sobre a vida e como as coisas estavam difíceis para ela. Já não sabia o que havia de fazer – estava cansada de lutar e de combater. Parecia-lhe que assim que um problema estava resolvido, um outro surgia.

Então, o pai levou-a até a cozinha.
Encheu três pequenas panelas com água e pô-las ao lume.
Assim que a água começou a ferver, numa panela colocou cenouras, noutra, ovos e, na terceira, pó de café.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha esperou impacientemente, imaginando o que dali iria resultar.
Minutos depois, ele apagou o fogo.

Pegou nas cenouras, nos ovos e no café, colocando-os em recipientes separados.
Virou-se para a filha e perguntou:
- Querida, o que estás a ver?
- Cenouras, ovos e café – respondeu ela.
Ele pediu-lhe para provar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e, depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao sentir o aroma delicioso e então perguntou:
- O que é que isto significa, pai?
- Cada um destes – a cenoura, o ovo e o café – enfrentou a mesma adversidade, a água a ferver, mas cada um reagiu de maneira diferente. A cenoura, outrora crua e rígida, amoleceu e tornou-se frágil. Os ovos, antes frágeis, mesmo com a casca protegendo o interior, tornaram-se firmes e mais resistentes. Já o pó de café é incomparável: depois de colocado na na água fervente, ele mudou a própria água.

Após profundo silêncio, o pai prosseguiu:
- Qual deles és tu?
Quando a adversidade bate à tua porta, como respondes?
És a cenoura, o ovo ou o pó de café? És como a cenoura, parecendo firme e forte, mas, com a dor e a adversidade, murcha e torna-se frágil, perdendo a sua força? Ou será que és como o ovo, começando maleável, mas, depois de sofrer alguma pressão da vida, torna-se duro? A sua “casca” até parece a mesma, mas por dentro, está duro. Será que és como o pó de café? Transformas o meio que te aflige, alteras o que causa dor e ofereces algo melhor e mais gostoso do que havia antes da adversidade?

E você, como lida com a adversidade?… cenoura, ovo ou café?

Amor & Loucura


Esta será uma história muito conhecida… e extensa. Ainda assim!

Contam que, uma vez, se reuniram os sentimentos e qualidades dos homens num lugar da terra.
Quando o ABORRECIMENTO reclamou pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, propôs-lhes:
- Vamos brincar às escondidas?
A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou:
- Às escondidas? Como é isso?
- É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará o meu lugar para continuar o jogo.

O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.
A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou por convencer a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada.
Mas nem todos quiseram participar.
A VERDADE preferiu não se esconder, para quê? Se no final todos a encontravam?
A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.

- Um, dois, três, quatro… – começou a contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.
A FÉ subiu ao céu e a INVEJA escondeu-se atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir à copa da árvore mais alta.
A GENEROSIDADE quase não conseguia esconder-se, pois cada local que encontrava parecia-lhe maravilhoso para algum dos seus amigos – se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim, acabou por se esconder num raio de sol.
O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início – ventilado, cómodo, e apenas para ele.
A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.O ESQUECIMENTO, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante.
Quando a LOUCURA já ia pelos 999.999, o AMOR ainda não tinha encontrado um local para se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre as flores.

- Um milhão – contou a LOUCURA, e começou a busca.

A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra.
Depois, escutou-se a FÉ, discutindo com Deus no céu.Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.Num descuido, encontrou a INVEJA, e claro, deduziu onde estava o TRIUNFO.
O EGOÍSMO, não teve que o procurar – ele saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.
De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede, e ao aproximar-se de um lago descobriu a BELEZA.A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois encontrou-a sentada sobre uma cerca, sem decidir de que lado ia esconder-se.

E assim foi encontrando um a um. O TALENTO entre a erva fresca; a ANGÚSTIA numa cova escura; a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano); e até o ESQUECIMENTO, que já se tinha esquecido que estava a brincar às escondidas. Apenas o AMOR não aparecia em nenhum sítio. A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral. Pegou numa forquilha e começou a mover os ramos, quando ouviu um doloroso grito – os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos. A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se – chorou, rezou, implorou, pediu perdão e prometeu ser seu guia. Desde então, desde que pela primeira vez se brincou às escondidas na terra, o AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.